O Inter se prepara para estrear na Copa do Brasil, a quarta e última competição do calendário 2021. A delegação que está em Salvador para enfrentar o Vitória nesta quinta-feira (3) não conta com Peglow, que está sendo negociado com o Porto, de Portugal.

A informação foi confirmada pelo diretor-executivo do Inter, Paulo Bracks, em entrevista ao “Show dos Esportes”, da Rádio Gaúcha, nesta quarta-feira (2), direto da concentração colorada.

Outras saídas são trabalhadas pela diretoria, segundo Bracks. Ele diz que Praxedes ainda não recebeu propostas, mas que não duvida que exista interesse de scouts europeus “pela idade, currículos, convocações e habilidades do jogador”. Por outro lado, chegadas esbarram nas dificuldades financeiras e também em critérios técnicos do departamento de futebol:

— Abrimos algumas mesas de negociações, algumas de saídas se concretizaram. As de entrada ainda não, por vários fatores. Até por veto técnico, pois temos um processo muito criterioso para contratar. Não vamos comprar por comprar, não vamos inchar o elenco, vimos modelos de gestões anteriores que não vamos repetir.

— Esbarramos em um mercado aquecido para algumas peças. Não vamos entrar na irresponsabilidade de arriscar nossas finanças para trazer jogadores — complementou.

A manutenção do elenco também foi destacada pelo dirigente. Patrick deve ter sua renovação até junho de 2023 anunciada nos próximos dias.

— Já tínhamos acordo com o agente dele (Patrick) para a renovação, não deixaríamos este contrato frágil. Ainda mais se tratando de um atleta tão identificado — disse.

Bracks discorda que o desempenho colorado esteja diminuindo consideravelmente na segunda etapa das partidas. Apesar do empate cedido ao Sport, no Brasileirão, resultados na Libertadores não foram modificados na última metade do jogo. A pressão que o grupo sofre no momento não o surpreende, mas demanda atitudes do departamento de futebol.

— Temos a obrigação de blindá-la, mas não ignorá-la totalmente. Não vai ser essa pressão que melhorará nossa performance, mas sim nossa confiança e muito trabalho — ponderou.